Artigos publicados

Setembro de 2017

Desintoxicação da Culpa

Em primeira instância é importante percebermos que a culpa, tal como todas as emoções, é necessária ao bom funcionamento de qualquer pessoa, sobretudo para orientar o nosso comportamento de forma consonante à situação que a despoletou.
No entanto, e se na maioria dos casos esta culpa surge de forma equilibrada e contextualizada, ela pode também ocupar grande parte do nosso espaço interior, e é aqui que importa perceber: afinal de que é feita esta culpa e a que é que ela está a responder?

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Maio de 2017

Fazer as pazes com o medo, é possível?

Ficaram a olhar de frente um para o outro, como se fossem dois velhos conhecidos que nunca se tinham visto. Então o João explicou ao medo porque tinha medo dele: Eu só tenho medo de ti, porque penso que tu não fazes parte de mim. Mas tu fazes parte de mim, como os meus ossos e os meus pulmões.
Tal como na história do João com o seu medo, também muitos de nós receamos ter que cruzar com os nossos medos.

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Março de 2017

Sinais de alerta no desenvolvimento infantil

O desenvolvimento é um processo complexo e que tem como objetivo a aquisição da autonomia e a capacidade de respondermos adequadamente às exigências do meio que nos envolve.
Um diagnóstico atempado e uma intervenção precoce adequada são fulcrais para maximizar o potencial de desenvolvimento de uma criança com dificuldades. De seguida, estão alguns sinais de alerta acompanhados de dicas importantes.

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Janeiro de 2017

Snacks, o eterno dilema

Uma alimentação saudável caracteriza-se pelo seguimento de várias normas. Uma das mais importantes e que, curiosamente, as pessoas tendem mais a falhar, é a periodicidade entre refeições. Isto é, não devemos estar mais do que 3/3h30m sem comer. Assim, é fácil perceber que as refeições principais (Pequeno-Almoço; Almoço e Jantar) não chegam para perfazer o dia alimentar.
A maioria das pessoas encontra dificuldade em escolher o que comer, precisamente nesta altura.

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Outubro de 2016

O que é isso de que toda a gente fala: a dislexia?

A dislexia é uma perturbação específica da aprendizagem, associada a alterações neurodesenvolvimentais. De acordo com as Associações Internacionais da Dislexia, “caracteriza-se por uma dificuldade na correção e/ou fluência na leitura de palavras em sujeitos com inteligência dentro dos parâmetros considerados normativos ou acima dos valores considerados normais (…). Secundariamente podem surgir dificuldades ao nível da compreensão da leitura.”

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Agosto de 2016

Oh não!! A birra tomou conta do meu filho...

Um dos aspetos mais prazerosos da parentalidade é poder ver a criança desenvolver todas as suas potencialidades. Contudo, ao serem confrontadas com exigências e regras as crianças podem, muitas vezes, reagir com birras.

As birras são a forma que a criança tem de expressar as suas emoções e receios quando ainda não consegue regular os seus impulsos emocionais. As birras envolvem a expressão de duas emoções independentes, mas sobrepostas: a raiva e a angústia.

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Março de 2016

COACHING: Uma das formas de potenciar o Desenvolvimento Pessoal

O filósofo ateniense Sócrates, um dos maiores pensadores de todos os tempos, costumava reunir os seus discípulos na Ágora, antigo mercado de Atenas, para discutir as questões da existência. Nunca tendo escrito uma linha, o seu método consistia em propor temas, instigar ideias com perguntas, ouvir o que os seus seguidores tinham a dizer, ensinar, e ao mesmo tempo aprender. Tudo em nome de um único objetivo: o desenvolvimento das pessoas à sua volta.

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Novembro de 2015

O Desenvolvimento da Comunicação da Criança

Para a maioria das crianças, apreender a comunicar na língua materna é uma competência adquirida naturalmente de forma sequencial através da exposição a outros falantes.

O normal desenvolvimento da fala e da linguagem depende da capacidade da criança de ouvir, ver, compreender e recordar. Também é de realçar a importância da socialização e interação com os seus pares e do desenvolvimento das estruturas orofaciais.

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Agosto de 2015

Aprender a perda: o luto nas crianças

Este acontecimento tem um impacto devastador, e, por norma, é acompanhado de algumas reacções consideradas normais, como sentimentos de tristeza, raiva, culpa e solidão, sensações físicas como aperto no peito, o vulgar “nó na garganta”, fraqueza muscular e falta de energia, pensamento confuso, dificuldades de concentração ou esquecimento e comportamentos específicos, como distúrbios de sono, do apetite, isolamento social, agitação psicomotora e choro.

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